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Última revisão em 2026-03-02. Quando uma afirmação depende de um estudo específico, o estudo é descrito em vez de superinterpretado.
== Considerações culturais == Algumas culturas consideram o sangue como uma forma de tabu alimentar. Em religiões abraâmicas, culturas judias e muçulmanas proíbem o consumo de sangue. No Novo Testamento, o sangue era proibido por um Decreto Apostólico e ainda é entre ortodoxos gregos. O grupo étnico Ibo da Nigéria não tem proibições explícitas sobre comer sangue, mas a maioria considera o ato repugnante e se nega a comer qualquer carne notadamente "sangrenta" ou mal cozida (como carne crua em sushis ou em bife preparado cru). Cabras, gado bovino, e outros animais abatidos na maneira tradicional ibo são executados com um único corte em todo o pescoço e, em seguida, a maior parte ou todo o sangue é drenado lentamente a partir da ferida. Esta prática pode ter sido influenciada pela comunidade ibo-judia que aparentemente precede o contato com a Europa. Muitos ibos que compram carne embalada em mercearias e supermercados têm o hábito de lavar o sangue da carne com água antes de prepará-la.
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Na China, Tailândia, e Vietnã, sangue coagulado de galinha, pato, ganso ou porco, conhecido em chinês como "tofu de sangue" (血豆腐, ou "xiě dòufǔ") é usado em sopas, como o clássico prato tailandês tom lued moo (sopa de sangue de porco). A Tailândia tem também um prato conhecido como nam tok, que é um caldo picante enriquecido com sangue cru de vaca ou porco. É frequentemente usado para enriquecer pratos simples de talharim. Em Taiwan, a torta de sangue de porco (chinês: 豬血糕; pinyin: zhū xiě gāo) é feita de sangue de porco e arroz glutinoso. É frita ou cozida a vapor, ou ainda cozida em um hot pot. Na Coreia, as pessoas consomem o Haejangguk, uma sopa com sangue coagulado e soondae, um prato de salsicha de sangue (ou morcela) feita geralmente com tripas de vaca ou porco fervidos ou cozidos no vapor e recheados com vários ingredientes, como macarrão celofane, kimchi, cebolinho e outros. Nas Filipinas, um prato popular chamado dinuguan é feito de sangue de porco, temperado com siling mahaba, e tradicionalmente comido com arroz branco. Em Laos, e algumas vezes na Tailândia (especialmente no nordeste), uma versão de laap, uma salada de carne, é feita com carne crua moída, temperada em especiarias e coberta com sangue. Algumas pessoas na China e no Vietnã também consideram certos tipos de sangue de cobra como um afrodisíaco, e o bebem com vinho de arroz. No estado Tamil Nadu na Índia do Sul, sangue frito de cordeiro é um prato comum do café da manhã e do almoço. Quando preparado sozinho é chamado de raththam poriyal.
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É mais frequentemente frito com estômago e intestinos de cordeiro com especiarias como gengibre, alho, cravo-da-índia, canela, pimenta vermelha em pó, pimentas verdes, coentro, cominho, chalotas e coco ralado. Este prato é muito comum na região de Madurai e Kongu Nadu em Tamil Nadu. Na Indonésia, especialmente a tribo batak na Sumatra do Norte, o sangue de porco é usado como um ingrediente e molho misturado com Zanthoxylum mum cozinhado chamado sangsang (lê-se "saksang"). No Vietnã, sangue de porco congelado é usado em bun bo hue, uma sopa picante em que o sangue é simplesmente solidificado e, em seguida, colocado no caldo para absorver o sabor. É também tradicional a sopa de sangue cru, ou tiết canh.
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=== Europa === No Reino Unido, Irlanda e alguns países da Commonwealth, black pudding ou blood pudding é uma morcela ou chouriço feito de sangue misturado com cereais, como farinha de aveia. A morcela também é popular na Suécia (blodkorv), Finlândia (mustamakkara) e em alguns países Bálticos, por exemplo, Letônia (asinsdesa) e Estônia (verivorst), como também na Polônia (kaszanka), Alemanha (blutwurst), Áustria (blunzen), Hungria (véres hurka), Espanha (morcilla, botifarra), Eslováquia (jaternica), Eslovênia (krvavica) e França (boudin). Na Irlanda, há ampla evidência da persistência da prática de sangrar o gado vivo até o século XIX. Isso era considerado uma medida preventiva contra doenças bovinas, e o sangue tirado, quando misturado com manteiga, ervas, aveia ou farinha de trigo, fornece um alimento nutritivo de emergência. Na Suécia, a sopa de sangue svartsoppa, feita com sangue de ganso, é tradicionalmente consumida na véspera de São Martinho, especialmente na região sul da Escânia. Outros pratos populares incluem blodpudding (morcela), blodplättar (panquecas de sangue), blodpalt (bolinhos de batata aromatizados com sangue de rena ou de porco) e paltbröd (pão com sangue, que é seco e fervido, e comido junto com carne de porco frita e molho béchamel ou de cebola). Na Finlândia, o sangue de porco é usado com leite, farinha e melaço para fazer panquecas "veriohukainen", usualmente servido com geleia de arando vermelho. Mykyrokka é uma sopa de carne e vísceras de animais com pasteis cozidos de sangue e farinha de cevada.
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A pesquisa sobre BPC-157 apoia-se sobretudo em estudos de laboratório e modelos animais; dados clínicos variam conforme a substância.
Pureza e análise (HPLC, espectrometria de massa), reconstituição correta e armazenamento adequado são decisivos.%!(EXTRA string=BPC-157)
Nem todos os mecanismos estão demonstrados e um estudo isolado não é evidência global. As questões abertas são sinalizadas.%!(EXTRA string=BPC-157)